No alcool, no sense.

•fevereiro 7, 2009 • Deixe um comentário

Pois é minha gente,  faz muito tempo que eu (Tequila) não bebo. Não é por falta de convites para enxer a cara ou falta de vontade para tal coisa, o problema é que eu  ando sofrendo uma repressão alcóolica pesada por parte do meu namorado.

Ele não bebe, e não gosta que eu beba também. Quando eu penso em beber, lá vai ele com aquela cara,  sempre diz que não tá me proibindo, mas que não acha legal e blá blá blá, e logo fecha a cara.  Aí sabe quando bate aquele peso na consciência de enxer o caneco literalmente, e por causa desse peso você acaba evitando o que quer fazer? É, acontece comigo.

Mas então, fiquem felizes, o problema logo será resolvido. Já combinei com uma outra bebinha de beber logo. Pra começar bem as aulas, saca?

Nós, autoras desse bar, andamos em um mês meio complicado, coisas bem tensas aconteceram e estão acontecendo, então isso justifica isso aqui continuar as moscas. Logo vamos montar um esquema para dias de postagens e talz, então aguentem aí que o boteco logo abre de novo.

Cabeçalho Novo

•janeiro 9, 2009 • 2 Comentários

Viram que chique turma? É… agora estamos nós três: Amarula, Tequila e Caipirinha, unidas em um único propósito. Vocês sabem qual né? BEBER LÓGICO!

Mas para isso contamos com a ajuda de companhias agradáveis como a do André Luan – que fez esse banner pra gente! Valeu em? Pela companhia e pelo banner!

No mais, esperem. Logo histórias divertidíssimas!

Sóbrias por um tempo

•janeiro 7, 2009 • 3 Comentários

O Retratos de Bar está as moscas. O que está acontecendo com as autoras desse boteco virtual?  Uma anda trabalhando que eu sei, a outra sabe-se lá o que anda fazendo, e essa que vos fala anda afastada do mundo digital graças as férias. 

Vamos fazer o seguinte então, como nós contamos nossas histórias de bebedeiras para vocês, porque vocês não nos contam as suas? Vai ser divertido, eu sei que muita gente que eu conheço tem altas histórias  de momentos não sãos. Não precisa saber escrever e nem precisa ser a melhor história, basta que ela seja contada de qualquer jeito. Elas serão publicadas concerteza.

Então queridos ébrios, conta aí, o que você fez quando estava alterado? Escreve nos comentários mesmo.

Sobrevivente natalina

•dezembro 25, 2008 • 3 Comentários

A pergunta que não quer calar: Como eu (Tequila) sobrevivi a mais uma aterrorizante noite de natal?

Agora a resposta mais óbvia: Com álcool – é claro! – uma pitada de sarcasmo, e óleo de peroba na cara. Nessas horas cara de pau é essencial para a boa convivência familiar.

Não que eu odeie o real significado do natal, o que é insuportável mesmo é todo mundo falando junto, sendo inconveniente junto, comendo junto, não tendo bom senso junto, sendo total falsos juntos e fazendo tudo junto. Tá, tá, família é bom, mas nem tanto assim. Vamos e convenhamos, tem vezes que é pra lá de sem graça todo mundo junto. 

Mas o que importa é que eu consegui sobreviver a esse quase filme de terror. Eu juro que eu vou tentar não surtar e mandar o mundo a puta que pariu (nesse e nos próximos anos).

Mas agora me respondam pessoas, como vocês conseguiram sobreviver a noite de natal? Gostam do natal pelo menos?

O sabor da Amarula

•dezembro 24, 2008 • 1 Comentário

Esta noite, me bebi. E, modéstia à parte, eu estava deliciosa. Ainda consigo sentir meu sabor adocicado nos lábios. Os amigos que estavam comigo concordam: fica impossível resistir a uma Amarula.

Discreta, gostosinha (uia!), sempre uma boa companheira. Pode ser no bar mais próximo ou em bailes sofisticados. Percebam… Quem consegue dizer não ao me  avistar? E depois que experimenta uma vez?

Nessa noite em que passei (mais uma vez) só, notei alguns olhares. Alguns mais ousados, outros mais discretos. Mesmo assim, olhares. Os mais audaciosos partiram para a ação e me pegaram na cintura. Mas escapei pelos vãos dos seus dedos, deixando a sensação de “quero mais”…

Como me prender? Dançar é a resposta. Pense bem: uma dança, um papo legal, uma Amarula, uma fala ao pé do ouvido, um cheiro no pescoço e… já era! “Morte” na certa. Não que “morrer” nessas horas seja ruim (né amigas?)….

E agora, no fim da noite (mais precisamente às 5h 40 min), tenho a certeza que é maravilhoso me prova (ui delícia, ai,ai delícia). Ninguém se arrepende! Voi lá

 

obs: desculpem a demora da postagem. Tivemos problemas em nossas conexões. Prometemos não demorarmos tanto, ok?

Caipirinha: também uma boa pedida

•dezembro 19, 2008 • 2 Comentários

caipirinha1Pra começar vou me apresentar. Caipirinha, a preferência nacional, mais conhecida como Mariana, Mary, MacMary, como desejarem. Não tenho nada a ver com a idealização desse blog, não pensei nele, não estive nas discussões para sua elaboração. Sou apenas a amiga que resolveu ler as sandices de Tequila e Amarula e acabou se animando com a possibilidade de falar um pouco das suas também.

Antes que vocês me entendam mal, não sou uma alcoólatra desenfreada, apenas uma guria que gosta de curtir a vida, festas e de uns golinhos aqui outros ali. Não coloquei o nome do meu cachorro de Caipirinha (afinal, não o possuo XD). Mas tenho uma paixão inveterada por essa bebida que, se for profundamente analisada, não passa de uma limonada para maiores de idade (hehehehe).

Posso dizer que tenho muitas histórias relacionadas a bares e bebidas pra relatar. Algumas meio trash que se minha lucidez ou, quem sabe, minha embriaguez (caso eu resolva escrever algo em um momento digamos, alterado) permitirem, vão ser contadas aqui. Também tem aquelas que se tornam impossíveis de eu falar algo, porque não tenho certeza da veracidade dos fatos (se eu não lembro, não fiz).

Então pra iniciar com o pé direito, conto o que se passou na noite de ontem. Sim, ontem eu, Tequila e Amarula saímos juntas (pela primeira vez o.O) e acabamos nos perdendo no meio do caminho. A pessoa que vos fala atrasou completamente o andor da carruagem, chegamos no local com uma fila meio desanimadora, mas não desistimos. O vento gelado (viva Ponta Grossa) desanimava mais ainda. Tequila começou a ficar nervosa, queria porque queria ir pra outro lugar, sua única preocupação era com as cervejas que estavam sendo deixadas de serem ingeridas, enquanto permanecíamos naquela fila.Mas para mim era questão de honra entrar naquele lugar. Não arredaria o pé de lá por nada.

Chegamos na porta. Tão perto e ao mesmo tempo tão longe de poder entrar. Finalmente uma pessoa sai lá de dentro e eu entro sozinha. Vou direto ao bar, mas não consigo chegar ao meu destino. Procuro outras amigas que já haviam entrado. Pra não deixar o motivo do meu codinome em vão, peço uma caipirinha (ok, de morango, mas era caipirinha). Banda tocando e todo mundo apertado (basicamente uma caixinha de fósforos), quase impossível de dançar.

A noite vai avançando e nada das companheiras de bebidas aparecerem. Sabia que elas já se encontravam no recinto, mas não sabia onde. Eis que elas surgem. Peço uma cerveja com o intuito de dividir com todo mundo. Mas Amarula, menina prudente que é, não aceita, estava dirigindo. Tequila também não aceita. Aliás, ninguém aceita. Resultado, tenho que fazer a difícil tarefa de tomar uma garrafa de 600 ml sozinha e no bico (é feio, mas o garçom não queria me ceder copos).

Mais um tempinho se passa, as companheiras se vão e eu permaneço no lugar. Cerveja atrás de cerveja. Banda pára de tocar, o lugar vai esvaziando, esvaziando. Até que o segurança nos expulsa lá de dentro. Yes, eu e Aninha conseguimos o que queríamos. Vamos embora, mas antes uma passadinha pra uma boquinha rápida (incrível como de madrugada na volta de festas sempre dá fome). Aí sim cama.

Ao acordar, gosto de cabo de guarda-chuva na boca (ok, nunca lambi um cabo de guarda-chuva, mas todo mundo diz que é o mesmo gosto, eu que não sou louca pra comprovar), uma sede absurda que me fez até ter pesadelos durante o sono. Uma podridão e a vontade de permanecer na cama pelo resto da vida. Nessas horas que me pergunto, porque mesmo que eu saio e bebo tanto?

A pergunta se perde no tempo e no espaço. E só lembrarei dela novamente em um outro dia de ressaca.

Alguns contos desconexos

•dezembro 13, 2008 • 1 Comentário

Duas e pouco da madrugada de uma quarta-feira na Avenida Bonifácio Vilela, eu (Tequila), Amarula, Rapha e Vane fomos abordados por uma mulher louca, com uma caixa de Freegels na mão falando:
Vocês pensaram que iam ficar sem a Freegels, mas ela veio até vocês!
-(nós)????
-(moça) Será que ainda tem alguém na Avenida München?
-Sim, vai lá!
Moça saindo…
-(nós) uahuahuahuahuahauhuhauahuahauhauhauhauahua

 

Ontem, lá pelas tantas da noite, todos sentados na mesa conversando sobre idade, derrepente:
-(Amarula) Você nasceu no ano que o presidente Tancredo morreu!
-Você é o mais velho da mesa Japa?
-Você vai fazer 23 Japa?
-Não, 24!
-(nós) NOSSAA!
-(ele) Não, é 23!
-(nós)…… Silêncio 23!

 
Todos bêbados, entrando no prédio da Vane:
-(Vane) Só façam silêncio porque os donos moram no primeiro andar!
-(eu, com o dedo na boca em sinal de silêncio) PSIIIIIIIIU! (super alto)
-(pessoas)auauahuahuahauhauahuahuahauhauhauahua (mais alto ainda)

 
Muitas pessoas em volta de duas mesas, derrepente algumas pessoas começam a ir embora. E alguém fala:
-Vamos nos juntar em uma mesa, assim nós podemos conversar melhor!
Começamos a nos unir em volta de uma mesa, e o Stiven continuou sentado na ponta da mesa mais distante.
-(Japa) Ô facção sul da mesa, a gente não morde, chegue perto!
Stiven com cara de “O que que eu estou fazendo aqui?!” levanta, tira a mesa adjacente e senta perto dos outros.

 
Pessoas conversando e alguém fala:
-Antes de existir MSN todos aqui falavam no chat UOL e no ICQ.
Povo confirma com a cabeça, e começa a conversar sobre o chat.
-Aparece aquelas pessoas sem noção com aqueles nicks mara, do tipo “Tenho cam”.
-Pior aqueles que falam: “- Me add, tenho cam!”
-(povo) hauhauhauhauhauahuahuahauhua
Ontem, andando do Bola até o Baviera, eu e Amarula conversando:
-Você sabe onde isso vai parar né?!
-(eu)Não!Ela começa a me olhar com um olhar capaz de arrancar toda a verdade de alguém!
-(eu)Não sei, não sei mesmo!O olhar cada vez mais intenso, e eu olhando para o outro lado!
-(eu) Aaaaah, pare de me olhar com essa cara, eu sei sim!